Profissional ligado ao longa “Descontrole” afirma que teve a imagem associada a acusações envolvendo o projeto e pede indenização de R$ 50 mil.

Fiuk virou réu em uma ação judicial relacionada ao filme “Descontrole”, produção brasileira ambientada no universo do drift e que teria orçamento inicial estimado em cerca de R$ 20 milhões.
O processo foi movido por Jonathan Fernando Cristóvão Neves, que afirma ter trabalhado no projeto como dublê, produtor executivo e captador de recursos.
Segundo a ação, o problema começou após Fiuk publicar vídeos nas redes sociais afirmando que teria sido “roubado” e vítima de uma “armação” depois de conflitos envolvendo a produção do longa.
Profissional diz que imagem foi associada às acusações
Jonathan afirma que sua imagem apareceu no vídeo publicado por Fiuk associada a frases sobre suposto roubo e ao orçamento milionário previsto para o filme.
Na ação, ele sustenta que o conteúdo poderia levar o público a interpretar que teria participado de eventual desvio ou irregularidade financeira.
Jonathan também afirma que não era responsável pela administração dos recursos do projeto e diz ter sofrido ataques nas redes sociais e prejuízos à reputação profissional depois da publicação.
Processo pede retirada do vídeo e indenização
Entre os pedidos apresentados à Justiça estão a remoção do conteúdo, uma retratação pública e indenização de R$ 50 mil por danos morais.
O processo foi apresentado em abril deste ano.
Segundo as informações divulgadas, o andamento encontrou dificuldades porque a Justiça não conseguiu localizar Fiuk inicialmente. Neste mês, houve nova movimentação para tentar obter um endereço do artista.
Filme virou motivo de disputa pública
A situação voltou a ganhar repercussão após Fiuk afirmar recentemente que enfrenta dificuldades financeiras e que teria investido dinheiro próprio no projeto.
A produtora Owner Entertainment apresentou uma versão diferente.
Segundo a empresa, Fiuk não teria investido recursos no filme e a produção não teria avançado além das etapas iniciais de desenvolvimento, busca por patrocinadores e gravação de materiais de apresentação.
As versões sobre os acontecimentos envolvendo o longa são divergentes e o processo judicial ainda está em andamento.




