Durante conversa em podcast, Pablo Marçal reagiu a imagens de pessoas consumindo partes bovinas de baixo custo e usou o episódio para atacar o PT.

Pablo Marçal voltou a fazer críticas ao PT durante uma conversa em podcast ao comentar um vídeo que mostraria pessoas consumindo garganta de boi.
Ao reagir às imagens, Marçal demonstrou surpresa e afirmou que aquilo representaria, na visão dele, uma piora na condição de vida da população.
“Agora, comer garganta de boi pra mim é o fim”, declarou.
Marçal compara alimento a “cano de tanquinho”
Durante a conversa, os participantes também falaram sobre o consumo de ossos e tutano.
Marçal reconheceu que algumas partes do boi podem ser valorizadas na culinária, mas afirmou que o caso mostrado no vídeo seria diferente.
Em tom de ironia, comparou a garganta bovina a um “cano sanfonado” de máquina de lavar.
“Você tá comendo aquele cano do tanquinho de lavar roupa?”, questionou.
“Nós chegamos no fim”
Depois de insistir na comparação, Marçal elevou o tom da crítica.
“Ah, Deus me livre, cara. Nós chegamos no fim”, afirmou.
Na sequência, transformou a reação em ataque político:
“Tem que tirar o PT.”
A fala representa a interpretação política de Marçal sobre o vídeo e não comprova, por si só, que o consumo mostrado esteja diretamente relacionado a uma política específica do governo federal.
Vídeo vira munição política
O trecho ganhou potencial de repercussão justamente porque Marçal utiliza uma cena cotidiana como argumento para criticar a situação econômica do país.
Esse tipo de discurso tem sido recorrente na campanha de 2026, com candidatos usando preços de alimentos, endividamento e poder de compra como elementos centrais das críticas ao governo Lula.
No caso citado por Marçal, porém, o contexto completo do vídeo original, incluindo local, data e circunstâncias das pessoas que aparecem consumindo o alimento, precisa ser considerado antes de qualquer conclusão sobre a situação econômica retratada.




