Internautas contrários ao presidente têm usado os alertas colaborativos do aplicativo para fazer uma provocação política ao encontrarem peças de campanha com a imagem de Lula.

Usuários do Waze passaram a utilizar uma ferramenta do aplicativo de trânsito para fazer uma provocação política contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a campanha eleitoral de 2026.
Ao avistarem placas ou materiais de campanha com a imagem do presidente, alguns usuários registram no mapa um alerta acompanhado de um ícone associado a “bandido”, criando uma associação visual entre o aviso e Lula.
As imagens começaram a circular nas redes sociais e chamaram atenção pelo uso inusitado de uma ferramenta originalmente criada para informar situações no trânsito.
“Alerta de bandido” vira provocação política
Nas publicações compartilhadas, a brincadeira consiste em inserir o alerta justamente no ponto onde há uma placa de Lula.
Quando outro motorista acessa o mapa, o símbolo aparece nas proximidades da propaganda eleitoral.
A ação é feita por usuários do aplicativo e não representa uma classificação oficial do Waze sobre Lula ou qualquer outro candidato.
Waze funciona de forma colaborativa
O Waze permite que motoristas enviem informações em tempo real sobre o que encontram durante o trajeto.
Entre os registros disponíveis estão acidentes, congestionamentos, objetos na pista, veículos parados e outros tipos de ocorrências.
Por depender da participação dos próprios usuários, a ferramenta também pode acabar sendo utilizada para brincadeiras, protestos e manifestações políticas.
Prática já teria ocorrido em outras ocasiões
Relatos semelhantes já circularam anteriormente em locais onde Lula participava de eventos ou onde havia materiais com sua imagem.
A prática costuma ser associada a usuários críticos ao presidente e ganhou nova repercussão com o início oficial da campanha eleitoral.
Não há indicação de que o Waze tenha criado qualquer recurso específico relacionado ao presidente.
O que aparece no mapa é resultado de marcações feitas individualmente pelos próprios usuários da plataforma.




