Fenômeno ocorre quando a Terra atravessa fragmentos deixados pelo cometa Swift-Tuttle. Em 2026, a Lua Nova favorece a observação, mas a visibilidade depende das condições do céu e da localização.

A chuva de meteoros Perseidas atinge seu período de maior atividade nesta quinta-feira (13) e pode ser observada em diferentes regiões do Brasil.
O fenômeno acontece todos os anos quando a Terra atravessa uma região do espaço repleta de pequenos fragmentos deixados pelo cometa Swift-Tuttle. Ao entrarem na atmosfera em alta velocidade, essas partículas produzem os rastros luminosos popularmente chamados de estrelas cadentes.
As Perseidas são consideradas uma das principais chuvas de meteoros do ano e costumam atingir o pico em meados de agosto.
Qual é o melhor horário para observar?
Para quem pretende acompanhar o fenômeno, o melhor período é durante a madrugada, principalmente nas horas que antecedem o amanhecer.
No Brasil, a visibilidade pode variar conforme a região, presença de nuvens, iluminação das cidades e posição do fenômeno no céu.
As regiões Norte e Nordeste tendem a ter condições mais favoráveis devido à posição do radiante das Perseidas no horizonte.
Lua Nova favorece observação
Um dos principais diferenciais de 2026 é a pouca luminosidade da Lua durante o período de maior atividade da chuva.
Com o céu mais escuro, aumenta a possibilidade de visualizar meteoros menos brilhantes.
Essa condição torna a madrugada especialmente favorável para quem estiver em regiões com céu limpo e longe da iluminação urbana.
Precisa de telescópio?
Não.
Para observar uma chuva de meteoros, o ideal é procurar um local afastado das luzes da cidade, com visão ampla do céu.
Telescópios e binóculos não são necessários e podem até limitar o campo de visão.
Também é recomendado permanecer alguns minutos no escuro antes da observação para que os olhos se adaptem à baixa luminosidade.
Perseidas continuam depois do pico
Quem não conseguir acompanhar o período de maior atividade ainda poderá observar alguns meteoros nos próximos dias.
A chuva permanece ativa por várias semanas, embora a frequência diminua progressivamente após o pico.
Se as condições meteorológicas colaborarem, o fenômeno pode proporcionar um dos melhores momentos de observação astronômica do mês no Brasil.




