Política

Manoel Gomes Defende Saidinhas de Presos e Diz Que Saída Pode Ajudar na Ressocialização

O cantor e pré-candidato a deputado federal por São Paulo Manoel Gomes, conhecido pela música “Caneta Azul”, defendeu as saídas temporárias de presos durante participação no programa Sem Cerimônia.

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Segundo ele, o contato com o ambiente fora da prisão pode contribuir para que detentos reflitam sobre a própria vida e mudem de comportamento.

“Ele sai lá fora e tem outra visão”

Ao comentar o tema, Manoel afirmou que manter uma pessoa presa continuamente não necessariamente contribui para a mudança.

“Ele sai lá fora, tá aquele ventinho, ele tá caminhando e tem outra visão”, declarou.

A fala ocorreu após uma discussão sobre ressocialização e sobre a possibilidade de presos deixarem temporariamente o sistema carcerário em situações previstas em lei.

Cantor também falou em cuidado com presos

Durante o programa, a apresentadora Deborah Albuquerque afirmou que gostaria que presos permanecessem encarcerados de forma permanente.

Manoel voltou a defender a possibilidade de recuperação e disse que uma pessoa que cometeu um erro não necessariamente continuará errando.

Questionado se criaria alguma iniciativa para proteger presos, ele respondeu que sim e afirmou que “todos os cristãos merecem ser cuidados”.

Pré-candidato apresenta “Bolsa Caneta Azul”

No mesmo programa, Manoel Gomes também apresentou uma proposta chamada “Bolsa Caneta Azul”.

A iniciativa, segundo ele, teria como objetivo oferecer apoio financeiro e capacitação para novos talentos da música que enfrentam dificuldades para iniciar a carreira.

Manoel afirmou que pretende devolver ao setor musical parte das oportunidades que recebeu depois do sucesso de “Caneta Azul”.

As declarações fazem parte das propostas e opiniões apresentadas pelo artista durante sua pré-campanha para deputado federal por São Paulo.

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Breno Veja Minas

Redator, escritor e gestor do Veja Minas, portal de notícias sobre Minas Gerais. Cuido de toda a operação editorial, da apuração à publicação, acreditando no jornalismo como forma de informar e aproximar as pessoas dos fatos.

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