Silvani Paulino de Oliveira Miranda trabalhava como manicure quando foi baleada na noite de segunda-feira (17), no bairro Funcionários. A filha do casal, de 17 anos, presenciou o crime.

Uma mulher foi morta a tiros dentro de um salão de beleza na noite de segunda-feira (17), em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
A vítima foi identificada como Silvani Paulino de Oliveira Miranda. Ela trabalhava como manicure no estabelecimento, localizado na Rua Zamiro Nelson de Souza, no bairro Funcionários.
Segundo a Polícia Militar, o marido dela, Alisson Miranda Pedrosa, de 37 anos, é apontado como o principal suspeito do crime.
Até a última atualização, ele ainda não havia sido localizado.
Testemunha relata que suspeito apagou a luz antes dos disparos
Uma cliente que estava no salão contou à polícia que fazia as unhas quando Alisson chegou à porta do estabelecimento.
Segundo o relato, ele teria apagado a luz e efetuado vários disparos contra Silvani.
A testemunha afirmou que os tiros atingiram principalmente as costas da vítima.
Após o ataque, o suspeito teria fugido.
Filha de 17 anos estava ao lado da mãe
A filha do casal, de 17 anos, também estava no salão no momento do crime.
Ela contou aos policiais que estava sentada próxima à mãe quando o pai apareceu na porta, apagou a luz e começou a atirar.
Segundo a adolescente, ele deixou o local em um carro que pertenceria ao pai, embora estivesse registrado em nome do avô.
A jovem presenciou toda a ocorrência.
Cunhada ouviu os disparos
Uma cunhada de Silvani, que mora no mesmo lote, informou aos militares que havia conversado com a vítima poucos minutos antes.
Depois de retornar para casa, ela ouviu os disparos e correu até o salão.
Silvani foi encontrada caída no interior do estabelecimento.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foi acionado, mas constatou a morte da mulher ainda no local.
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal.
Polícia procura suspeito
A Polícia Militar realizou buscas após o crime, mas o suspeito não havia sido encontrado até a última atualização.
A Polícia Civil deverá assumir a investigação e apurar a motivação, as circunstâncias do ataque e eventuais antecedentes de violência entre o casal.
O caso também deverá ser analisado sob a perspectiva de violência doméstica e possível feminicídio, conforme o avanço das investigações.




